Bem... Apresento aqui 4 tópicos daquilo que é um enorme pensamento meu que surgiu após a leitura do novo livro "Terra Sonora" de Nuno Viana (um excelente escritor do Porto e que recomendo aos interessados no assunto). Muito sucintamente, apresentei aquilo que é entendido pela religião cristã como uma blasfémia. Que basicamente... Estou confinado ao inferno... Enfim, não posso ser contra a essas ideias e até gosto de pensar nelas.
Parte 1:
Aliens, ets, shakiras, etc...
As pessoas não têm a noção da sua existência e do significado disso. Nem os próprios governos sabem. São apenas algumas entidades... Como foi Jesus!... Pensem na promessa do seu retorno e pensem nas visões de João que lhe foram mostradas pelo deus: "vi uma espécie de gafanhotos gigantes que faziam barulho como as carroças", para mais adiante terem uma explicação. A verdade é que jesus tentou mostrar aos homens daquela época o que realmente se passava. Porém, tudo foi muito mal interpretado, dando, inclusive, uma concepção ao homem completamente errática daquilo que significa a sua existência. A prova disso é que ainda continua a ser a grande questão da humanidade - Qual a razão da nossa existência?
(Apocalipse por Albert J. Frederick, 1987)
Parte 2:
Nós vivemos num mundo de tribos. De confrontos entre elas. E há o bem e há o mal (ideia esta que jesus concretizou no consciente do Homem). Mais: Jesus era bom. Não há dúvidas disso e a história prova isso. Mas desligando o pensamento histórico que em nada tem que ver com os milagres de jesus, quero transmitir a ideia que há mais Jesus. Não há só um. Há vários jesus. Milhões, se não mais, de Jesus e todos eles muito bons. Mas também há Jesus maus... Ou o que sempre se interpretou por "anticristo" ou o "falsa profeta", a representação do "mau". São estes Jesus que raptam a nossa espécie para fins de investigação da «derradeira ciência» (e não me perguntem qual é) e escravatura. Aqueles que têm algum tipo de marca... Quer por onde andem, essas pessoas que foram escolhidas, são facilmente detectáveis.
(Exército russo encontra OVNI durante a primeira guerra mundial, fonte: Anonimato, google images)
Parte 3:
O Ser Humano está pré-destinado e foi concebido para seguir a via da guerra (por muito que custe a muita gente como eu). Nós não estamos sós! Vivemos num universo em guerra. Em conquista. E não vai tardar estamos a conquistar Marte, a nossa próxima colónia...
A nossa espécie está em modelação. Para já tudo indica que iremos ser «maus». Que ao chegar a Marte e se virmos seres vivos com inteligência (ou não), não iremos dar sermões de Santo António aos peixes, ou seja lá o que formos encontrar. Não. Vamos trazer esses seres, estuda-los no nosso planeta-mãe. Na nossa base de comando. E tirar o proveito disso!
Parte 4:
Existem tribos universais, cada uma com o seu planeta base. É o único interesse em estarmos aqui. É para nos expandirmos. Expandir a nossa raça, a raça do Homo Sapiens Sapiens... E vamos ter um único objectivo: destruir toda e qualquer concorrência sempre que podermos. Com o suporte de um exército terrestre altamente equipado, constituído por homens e mulheres, vamos guerrilhar para termos o prazer em enterrar os mastros da bandeira Terrestre no ponto mais alto do planeta rival. Até porque já somos assim, sempre fomos... A arqueologia e a história mostram este facto. A expansão está inerente à nossa existência. Queremos mais. E mais.
NOTA: TUDO ISTO É FICTÍCIO ATÉ QUE SE PROVE O CONTRÁRIO; O USO DAS PALAVRAS ARQUEOLOGIA E HISTÓRIA EM NADA TÊM QUE VER COM A FUNDAMENTAÇÃO DA PRESENTE PUBLICAÇÃO; NÃO ME RESPONSABILIZO POR DEIXAR SEJA QUER FOR A PENSAR NO ASSUNTO E COMEÇAR A TEORIZAR SOBRE O MESMO, CONTRA A PRÓPRIA VONTADE. ACREDITEM NAQUILO QUE ACREDITAM, SEMPRE. Pedro da Silva, 2009